sábado, 8 de setembro de 2007

Novos colaboradores em Curitibocas

A lei social de sair todas as sextas-feiras não funciona comigo (e pelo que conheço ao João, também não se aplica a ele). Aliás, nos meses que escrevíamos o livro, tivemos vários finais de semana em que passamos o tempo todo trabalhando. Admito que eu era a que mais rápido perdia o foco e queria fazer alguma outra coisa. Mas o João fazia com que eu voltasse a trabalhar.

Hoje, sexta-feira a noite, os dois ficamos em cassa dedicados ao livro. Claro, ele em Curitiba e eu em Buenos Aires. "Que nerds", alguns poderiam até dizer. Mas pode imaginar o muito que nos afeta isso. Nada.

Queremos o livro publicado. É simples. Temos pouco tempo e muito trabalho. No update via Skype desta noite, João me deu uma boa notícia. Curitibocas agora conta com uma RP (Relações Públicas) que ajudará ao trabalho que eu vinha fazendo. Acababa tornando-se dificil para mim já que não estou fisicamente em Curitiba, e por mais que Internet facilita bastante, não é a mesma coisa. No entanto, um radialista curitibano está nos ajudando bastante na parte de comunicação e divulgação. Já estamos pensando várias ações, daqui a pouco apresentaremos os resultados.

Este projeto já passou a ser só de João Varella e de Cecilia Arbolave. Nossos colaboradores que estão fazendo um excelente trabalho para que "Curitibocas - Diálogos Urbanos" seja publicado. A todos eles, agradeçemos profundamente.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Plá na foto




As fotos acima são de Luana Navarro. Ela fotografou cinco dos 17 personagens do livro. Por motivos de agenda, não pode fotografar os 12 restantes.

Este é o ensaio com o cantor Plá, entrevista do capítulo 3 do livro.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Capa do Curitibocas com influência pop

Depois da primeira capa, Márcio "KK" Farias fez outra bem diferente. Esta ele diz ter se baseado em conceitos de arte pop. Confira



Embora seja claramente pop art, diverge bastante do mestre do gênero Andy Warhol.

Eu gostei bastante dessa. Criei-me lendo quadrinhos, logo me identifico bastante com o balão de fala.

Em contrapartida, alguns apontaram que esta capa é muito impactante. Quem sabe se deva a formação de Márcio, que trabalha com publicidade e tem experiência com revista. Outro ponto que o pessoal se queixou foi pelo uso da clássica pose do Oilman em um dos quadrados enquanto que nos outros não dá para saber quem são os personagens.

Projetos em conjunto II

"Vamos fazer um livro?"
"Vamos"

Pareceu simples o ponto de partida. Na real, nesse momento ignorávamos muitos aspectos da produção de um livro como o nosso. Meses passaram, e finalmente o projeto está chegando ao fim (ou é apenas o começo?).

Este post é mais um texto sobre o trabalho em equipe de nós dois. Parece meio egocêntrico, mas na verdade este blog é sobre o "behind the scenes" do livro, então vamos lá.

Já escrevi sobre outro projeto que fizemos juntos (veja aqui) mas lá na Argentina foi um trabalho de natureza acadêmica. Este projetinho que criamos juntos, o de escrever um livro, teve dificuldades e obstáculos mais pesados. Porém, o trabalho em equipe era verdadeiramente importante.

Começamos a trabalhar em março. Conforme ia avançando a produção, fomos dividindo de modo bem claro as tarefas. João fazia a desgravação das entrevistas enquanto eu fazia a parte de produção (contatar aos entrevistados, as editoras, etc) e um pouco da divulgação (por exemplo, o vídeo). Os dois tínhamos bem em claro que trabalhávamos sem tempo, julho era data limite para terminar o livro e publicar ele. Demorou um tempo, mas daqui a pouco temos o livro terminado.

Foram dias intensos? Foram.
Faríamos as coisas de modo diferente? Com certeza.
Voltaremos a trabalhar juntos? Eu acho que sim.

Trabalhar em equipe não é fácil. Mesmo João e eu sendo tão diferentes às vezes (sério temos personalidades muito opostas), de algum modo conseguimos nos complementar e tornar realidade projetos que começam simplesmente com um "che, e se fazemos tal coisa?".

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Cai expectativa de preço do Curitibocas


Boa notícia. Uma fonte importante do projeto (sorry, prefiro não revelar ainda quem... outra hora eu explico porque) afirma que o livro custará para o consumidor final entre 22 e 28 reais.

Este valor representa uma queda de mais ou menos 50% em relação a primeira estimativa. O preço, divulgado em meados de junho, causou certa polêmica no Depósito Mirabolante.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Alerta de tema particular

Já “pagaram esse mico” de amar duas pessoas ao mesmo tempo?


Pergunta Daisy em seu blog (aqui). A autora promete premiar o comentário "mais sincero e corajoso" com um "livro especial". Ela fez a pergunta e convidou alguns blogs para participarem. Se ela incluísse no pedido para os blogueiros responderem em seus respectivos sítios e convidarem outros para participar, estaria formada uma corrente entre os blogs chamada meme. Não foi o caso. Ela fez uma espécie de semi-meme.

Well, e a pergunta? "Perigo-perigo-perigo" diria o robô de Perdidos no Espaço.

Sinceramente: já. E mais de uma vez.

Por mais que seja tentador ganhar um livro, sigo com minha política de só falar o necessário da minha vida pessoal. Blogs pessoais fazem sucesso por estas terras, mas particularmente não gosto disso.

Prefiro manter uma distância segura do abertura escancarada da minha esfera particular.

Sim, tenho Orkut, Facebook, Multiply e, adivinha, blog, mas em todos os meios evito falar mais do que o devido.

Amigos, companheiros de trabalho, colaboradores e até mesmo as envolvidas na história que prefiro não mencionar podem ler isto e se ofender. Já tive provas que a internet é imensamente pequena.

Sou um blogueiro preguiçoso e covarde? Reconheço e estou bem assim. Mas vou ficar ligado para ver quem será o mais corajoso nesta discussão da Dai.

Escreve, desenha e fala em espanhol

A presente capa é de autoria da co-autora do recheio do livro, Cecilia Arbolave. Ela resolveu dar a idéia dela para o povo envolvido no projeto do que ela pensa ser a linha do livro. O que você acha?
Mesmo que você tenha gostado, não pode ser essa. A Cecilia tirou o desenho da internet. Particularmente, gostei. E lamentei a impossibilidade do uso.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Mais Estadão

Este blogueiro preguiçoso registra que o o Grupo Estado (mantenedor de O Estado de S. Paulo e o portal Estadao.com.br) promoveu um debate sobre sua polêmica campanha publicitária. Os resultados da mesa redonda "Responsabilidade e Conteúdo Digital" pode ser conferido aqui.

A Piauí deste mês trás uma matéria sobre o centenário jornal. No momento desta postagem, o site da revista ainda não trazia informações da edição de setembro. Ainda não li a matéria (na real, ainda não terminei de ler a revista do mês passado). Não me responsabilizo pela qualidade da reportagem.

Política de comentários

Na maioria dos blogs que comento, recebo uma resposta quase que imediata do autor do post. Por mais que eu replique uma coisa tola, ele diz "hehe, valeu" - uma espécie de carimbo de visto. Se não gostar, certamente dará a palavra final. Fácil, o blogueiro recebe a notificação de cada comentário. O comentarista tem que entrar no blog a cada tanto, sob risco de ser mal interpretado, ridicularizado ou ver seus argumentos distorcidos.

Claro que os blogs mais modernosos colocam um esquema de notificação por e-mail a cada contra-resposta. Muito chique, mas não temos isso por aqui.

Por isso, aqui o comentarista geralmente dá a palavra final. Comentou, está registrado. Salvo pelas vezes que há uma dúvida (como Jan perguntou no post Fotos da Alcova) ou má interpretação do post (como foi o caso do comentário de Daniela no post Brasília: Fria, feia, falsa, suja, podre, mentirosa).

Todos os comentários deste blog foram lidos. Se não foram respondidos é simplesmente pela questão estar clara e a palavra final ser do leitor. Fique a vontade.

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

100 clássicos [sem Machado]

Hoje consegui a lista dos 100 clássicos da literatura universal e latinoamericana, elaborada pelo presidente da Academia Argentina de Letras, Pedro Luis Barcia.

Quando escrevi deste tema há algumas semanas atrás, me perguntaram se nessas 100 obras havia algum autor brasileiro. Então apenas recebi a lista fui na "M" na busca do Machado de Assis, mas infelizmente não encontrei. Uma decepção. Eu me lembro que a primeira frase que escutei sobre ele foi: "É nosso Borges"...

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

17 dicas para escrever um livro



Creio em tudo o que foi dito. Só a dica 5 não sei não. Não confio no meu senso artístico desde que quase fui reprovado em educação artística durante todo o primeiro grau.

9 fomos além. Há poemas nas entrevistas reproduzidos integralmente =P

A primeira capa a gente nunca esquece

Primeira idéia de capa. Autoria de Márcio "KK" Farias, estudante de publicidade da Unicenp.


As reações não foram boas. Mas hey, foi a pioneira.

Projetos em conjunto I

O João já se auto-qualificou um blogueiro preguiçoso. Eu acho que sou também. Mas hoje quis postar novamente. Nestes dias fiquei pensando como conseguimos trabalhar juntos por seis meses neste projeto. E na real, foi mais tempo porque ainda concluímos. Como este blog é o "making of" do livro (mais alguns off topics) achei relevante contar minha reflexão.

Eu sempre odiei trabalhar em grupo. Muitas pessoas tinham me demonstrado que não iam ao mesmo ritmo que eu e daí acabava fazendo as coisas sozinha mas feliz por não ter que lidar com gente que não tinha o mesmo interesse que eu. Na faculdade encontrei alguns colegas com quem já tinha melhorado o trabalho em grupo mas eram tarefas esporádicas, nunca um projeto de longo prazo.

Em março de 2006, na época que João fazia intercâmbio na Argentina, decidimos participar de um concurso de ensaio científico sobre a qualidade da televisão. Fizemos um brainstorming e concluímos numa proposta inovadora para resolver a problemática da educação e o entretenimento nesse meio de comunicação. [Click aqui se quiser ler o ensaio completo].

Em outubro do ano passado, ganhamos o primeiro prêmio equivalente a $6.000 (equivalente a U$2.000). Claro, o resultado acabou sendo muito alentador, mas para mim o processo tem também muita relevância. João e eu já nos conhecíamos e tudo bem, mas nunca tínhamos enfrentado um trabalho tão serio como este. Por quatro meses, os dois investigamos, lemos, consultamos profissionais, escrevemos e re-escrevemos. Deu certo. Eu acho que a chave foi o compromisso que os dois assumimos. As condições nem eram tão fáceis. Nessa época, trabalhávamos e estudávamos (aqui é mais difícil a faculdade...) e mesmo assim conseguimos fazer o que nos propusemos.

Daria para concluir, pelo menos no meu caso, que para trabalhar bem é preciso ter a mesma motivação, interesse e compromisso com o projeto que tem por diante. No livro acho que também deu certo, mas isso é tema para outro post.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

A Voz de Deus - Off Topic



Dia 30/08 estréia na Cinemateca o curta "A Voz de Deus".

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Preguiça ideológica


Há pouco mais de um mês me surpreendi com a CBN. Tomava meu café da manhã quando o noticiário anunciava que "subiam para 187 número de vítimas do acidente". Ok, mas qual acidente? O que eu perdi?

Era o vôo 3054. Como não liguei nenhum eletrodoméstico informativo das 19h às 6h45, estava desatualizado. O rádio entendia que eu deveria estar inteirado do acidente.

Estes dias citei que sou um blogueiro preguiçoso. Não é pura preguiça o que me faz ser um pouco lento.

Por mais que eu trabalhe em um site com constantes atualizações de notícias, acredito que a maioria não necessite abri-lo de hora em hora para conhecer os fatos do momento.

Sejamos sinceros: quem PRECISA acompanhar em tempo real a abertura do processo contra os mensaleiros? Por mais que a profissão pareça exigir atualizações constantes, eu fico satisfeito com uma vez ao dia ler as notícias. Ficar apertando F5 no G1 só fomenta um nervosismo desnecessário.

Muitas vezes leio o jornal da manhã de noite. O interesse é o mesmo. Velocidade é um fetiche. Principalmente para os blogueiros.

Nesse tiroteio, os livros perdem por não estarem atualizados. Perde o leitor. Perdemos todos.

"Tudo isso para se defender de uma auto-denúncia de um post anterior"? É.


quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Metaleiros sensíveis

Depois de escrever sobre o "não-me-toque" dos blogueiros por causa da publicidade do Estadão, lembrei de outro caso emblemático.

Arnaldo Jabor gravou uma crônica para a Globo sobre o assassinato de Dimebag Darrell, guitarrista do Pantera. Um fã matou ele a tiros durante um show. Jabor defenestrou o heavy metal por incitar a violência.

Isso é fato. Tenho todos os CDs do Pantera e conheço bem o gênero. Agora a leitura de Jabor é dele, pessoal.

Óbvio que os headbangers ficaram ressentidos. Inundaram a caixa de entrada do cronista. Em uma entrevista, afirmou ter recebido mais de 3.000 e-mails.

Tentei encontrar o vídeo no YouTube com a crônica, mas não encontrei =[

Aqui um exemplo de reação nervosa.

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Caso Estadão: Blogueiros também são vulneráveis

Viu a polêmica campanha do Estadão? É daqui que eu sigo. Mas antes, uma historinha. E de novo sobre RPG.

No final dos anos 90, eu era assíduo da ascendente comunidade de RPG. Os livros em português estavam cada vez mais populares e a internet ajudou aos dispersos jogadores a intercambiar experiências.

Tudo estava bem até uma matéria veiculada no Jornal Nacional. Adolescentes RPGistas levaram o game ao pé da letra e cometeram assassinato em um cemitério do interior de Minas.

A reportagem seguiu o pecado mór das notícias na televisão. Tomou a história excessão e transformou em regra. O tom foi meio forte.

Brutalidades acontecem em diversos âmbitos de atividade humana. Vide futebol.

A reação foi imediata. As listas de discussão da Trails e RPG.br, fórum da Spell Brasil, entre outras comunidades da época se juntaram. Inundaram as caixas da Globo com manifestação de repúdio. E você sabe, na Internet todo mundo é muito macho atrás de um nickname.

Não tenho os dados precisos agora. Nem vem ao caso. Prefiro ser genérico do que contar inverdades. Fato é que o repórter se cadastrou em uma dessas comunidades e deu a resposta. Foi longa, mas em suma ele quis dizer que os RPGistas também são pasíveis de crítica. Reações intolerantes a qualquer crítica ao mundinho perfeito do RPG escancarava o quanto éramos alienados, dizia.

Nosso mundo desmoronou. Sério. Poucos seguiram com as críticas. Tacitamente reconhecemos que RPG, assim como futebol, pode sim ser vidraça para as pedras de terceiros.
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E aí vemos o caso do Estadão.com.br. Fizeram chacota com o mundo blogueiro. Pegaram no pé, tripudiaram. Assim como tudo na sociedade.

Sem contar que estamos tratando de publicidades. Não precisa estudar comunicação para entender que publicidades pegam estereótipos para construir sua mensagem - tem pouco tempo para explicar muita coisa. Logo a gostosa é burra e muito gostosa, o feio é horroroso, o trabalhador é estressado, o pai de familia preocupado, o adolescente é tudo aquilo que eles desejam e repudiam, etc. Não há meio termo em propaganda. É binário, maniqueísta, 8 ou 80.

A frase que até pouco tempo estava estampada no Technorati, maior indexador de blogs da internet, dizia: "70 million blogs... some of them must be good". Perceba que "some" é o contrário de "most". Logo, o modelo aponta para...

Agora imagine se todos os "perdedores" retratados nas publicidades e humorísticos fossem tão melindrosos como os blogueiros. Seria um protesto atrás do outro. Monty Phyton seria impossível. Ainda bem que não existiam blogueiros nos 70.

Ainda sobre marketing, cada produto tem seu diferencial, sua força a ser explorada. O dos jornais é a credibilidade. O Grupo Estado usou nós blogueiros como escada.
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Sem contar que uma das forças exploradas no novo site do Estadão são os blogs dos jornalistas.

Blogs ruins, diga-se, mas isso não vem ao caso.

Polêmica do Estadão por um blogueiro preguiçoso

O rebuliço "mídia tradicional" contra blogs causado pela campanha do Estadao.com.br dá sinais de desaquecimento.

O caso é que o Estadão colocou peças publicitárias pegando no pé dos blogueiros. Acompanhe:




Surgiram diversas reações ao caso. Inclusive no meu fórum favorito, a Hangar.

O rebuliço foi tanto que virou notícia no próprio "O Estado de S. Paulo".

Eu, na condição de blogueiro lerdo, preguiçoso e relapso, só agora trato do caso aqui. E ainda no final do dia, agora estou no meu trampo de "mídia tradicional". Se eu for despedido, terei que viver de blog. Teria menor êxito do que o mico, certamente.

domingo, 19 de agosto de 2007

O fim do diferencial do RPG

RPG me trouxe uma série de benefícios. Venci a timidez, melhorei meu inglês e, principalmente, perdi o medo de livro grosso. Puxe pela memória, leitor. Aos 12 anos você provavelmente também tinha medo de iniciar livros com muitas páginas.

Os tijolões do AD&D (Advanced Dungeons and Dragons), cheio de tabelas e jargões, espantavam muita gente. Quem conseguia superar não se arrependia.

Sou um entusiasta do RPG como ferramenta educativa. É complexa e difícil de se manejar no contexto empírico e positivista de uma escola padrão brasileira. Acredito que com um pouco de insistência por parte dos educadores o RPG poderia deslanchar. Desconheço melhor maneira de iniciar o entendimento de outros ponto de vista para os pré-adolescentes. Mas vamos parando que deve ter muita gente perdida. É hora da...

Repescagem: RPG
Role Playng Game (jogo de interpretação de papéis) é uma prática que nasceu nos anos 70 a partir dos war games. Nele você adota um personagem com características físicas, atributos, perícias e profissão própria. Os outros componentes da mesa também terão seus respectivos personagens a excessão de um, o mestre.

O mestre (btw, geralmente eu jogava nessa posição) é quem propõe o desafio e controla o mundo. Se RPG fosse um videogame, o mestre seria o console. Ele interpreta e descreve tudo que está a volta dos personagens-jogadores, que por sua vez declaram suas ações para o mestre. Aí surge uma reação e assim a coisa anda. Tudo na imaginação dos jogadores. E quem ganha? Todos. RPG não é competitivo. Essa é a parte mais complicada. Pouca gente aceita perder algumas horas jogando algo sem um vencedor. Confie em mim, vale muito.

Voltando ao caso
O D&D 4 vem na contramão da história. Segundo a palestra de apresentação da nova edição, será incentivado o uso de computadores. Quer dizer, a imaginação, componente essencial e principal diferencial do RPG, foi para o saco.

Ainda é cedo para dizer qualquer coisa. Por ora foram anunciadas apenas as inenções do D&D 4. E elas não parecem boas.

Para os interessados, seguem os vídeos da palestra.



sexta-feira, 17 de agosto de 2007

Dungeons & Dragons 4a edição

Eis que atualizarão um dos maiores incentivadores de leituras de todo o mundo.

D&D, o mais popular dos RPGs vai para a 4ª edição. Saiba mais aqui (english required).

Achei um video teaser no Iu-u-tubi:



No próximo escrevo mais sobre este grande formador de leitores. Assim que sobrar tempo =P