domingo, 1 de julho de 2007

Paixão pelo futebol curitibano

Trecho da entrevista com Juliano (Suk) Rodrigues, puxador da Fanáticos, torcida organizada do Atlético Paranaense. Versão sujeita à alterações e revisões até a publicação do livro.

Por vestir a camiseta dos Fanáticos, tem pessoas que enquadram imediatamente como um delinqüente? De vez em quando você é discriminado por isso. Por pessoas que não conhecem o que tão falando.

Você sente preconceito? Não. Pessoas que me conhecem, que são minhas amigas, sabem quem eu sou. Então, não dou muito espaço a pessoas que não tem intimidade para falar alguma coisa. Quem falam alguma coisa são pessoas que não tem conhecimento da nossa própria nossa associação, do nosso trabalho. Eu falo pela Torcida dos Fanáticos, pela índole das pessoas que estão aqui e assim por diante.

Como se formou o estereótipo negativo do torcedor de torcida organizada? Eu acho que essa imagem está muito vinculada à sociedadeatual. A gente associa a própria torcida com alguns torcedores. Porque se você vai em qualquer lugar do Brasil hoje lugar, você encontra dificuldades de relacionamento, vai encontrar pessoas de boa e má índole. Se você vai num baile, vai numa festa, você vai encontrar pessoas de boa e má índole. O que varia é a maneira que a imprensa explora. As torcidas organizadas chamam muito a atenção e ela coloca sempre fatos negativos. Quem dá essa opinião que torcida organizada é violenta, é quem não entende do assunto e quem não freqüenta o dia-a-dia de uma, para ver como o trabalho é sério, com objetivo. Também não se pode se espelhar muito nas torcidas organizadas do foco Rio-São Paulo, onde lá realmente há grande quantidade de gente com más intenções. Digamos que lá tem pessoas que não tem boas intenções dentro de torcida organizada.

Rapport neles


Os caminhos da vida profissional um dia me levaram a fazer um curso de Programação Neurolinguística (PNL). Segundo os realizadores, cura traumas, melhora qualquer perícia (seria bom que todo personagem de RPG tivesse isso), controla sensações, ajuda a memorização... enfim, um punhado de coisas, tudo através da auto-sugestão.

Como meu ceticismo nunca desliga, o valeu apenas como curiosidade. Era impressionante como alguns realmente visualizavam e sentiam com o poder da mente. Salvo pela parte de rapport.

Rapport significa a relação estabelecida entre duas ou mais pessoas. Para ter um bom rapport, a PNL ensina algumas técnicas. O objetivo é entrar na sintonia da pessoa. Para isso você deve fazer o mesmo tom de voz, gestos, postura corporal, respiração, piscada, palavras, etc. A explicação é que são gestos que ninguém se dá conta, mas são familiares para si mesmo.

Claro que deve evitar fazer uma sombra da pessoa que fica ridículo. Negócio é prestar atenção em tudo e transmitir a tua mensagem como a outra pessoa faria. Depois de um tempo em sintonia, o outro pode começar a seguir o teu comportamento.

Sabe aquelas três frases que tu troca com alguém e logo tem a sensação que não gostou da pessoa? É um rapport ruim. E vice-versa.

Parece meio mágica. Mas é real. Ferramenta muito útil. Quando vê, o entrevistado criou uma empatia tremenda contigo e começa a soltar a língua.

sábado, 30 de junho de 2007

Que bom que somos dois...

Logo de tanto estudo do mercado das editoras, acho que as possibilidades que temos são basicamente três.

1. Ir para uma editora à qual se paga, e eles se encarregam de fazer a diagramação, distribuição, etc...

2. Esperar. Muitas editoras dizeram que iriam demorar entre três meses e um ano em avaliar o projeto.

3. Jogar as regras das grandes editoras de Curitiba. Quer dizer, conseguir patrocínio e elas fazem o resto.

Ainda não decidimos qual caminho tomaremos. Como transmitido nos últimos posts, a fase final do livro está bem difícil. Mas não por isso desistimos. Frente à frustração do João, eu propus mais um pouco de otimismo. Para isso somos dois neste projeto, se um cai, o outro o levanta. Isto seguirá assim até ter o livro impresso.

Frustração

Confesso que se soubesse que passaria por esta angústia, nem teria começado o livro. Em nossa quixotesca missão, nos baseamos no seguinte silogismo:
- Editoras querem vender.
- Editoras lançam muito lixo que acaba encalhando.
- Curitibocas tem uma proposta comercial de razoável para boa.
- Logo, Curitibocas será muito bem aceito.

Como o leitor que acompanha este blog já sabe, nosso raciocínio esbarra na alegada crise financeira de todas as editoras - que eu faço uma livre tradução para falta de coragem e ousadia. Isso que no começo pensávamos "ah, mas se a editora X e Y entrarem na jogada, vai ser difícil escolher". Nem X, nem Y. Ou melhor, entram se tiverem garantias que não perderão dinheiro. Capitalismo não é vocação deste país-colônia.

Perdão pelo tom pessimista destes últimos posts - pouco a ver com o clima deste sítio. Me desculpe, leitor. Não dá para segurar.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Quem aparecerá agora na Mearim Motos?

No case de marketing que pode vir a inspirar o Curitibocas, já apareceram o Hulk, He-Man e Esqueleto. Quem aparecerá agora na Mearim Motos?

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Risco Zero

O projeto Curitibocas foi um tremendo risco. Investimos umsemestre inteiro na produção deste livro. Parei qualquer atividade remunerada. Graças as economias que trouxe dos Estados Unidos, tive condição focar 100% no livro.

Infelizmente está difícil encontrar uma contrapartida semelhante por parte das editoras. Todas que lêem o livro se dizem interessadas, que acharam maravilhoso o projeto e tiram uma e outra flor. Nos finalmentes, tiram o time de campo. Imprimem o livro com o maior prazer se arranjarmos um patrocinador.

Quer dizer, se o livro encalhar tudo bem, quem cobriu os custos foi um terceiro. Se vender bem, ótimo, lucro com uma margem interessante.

Só pedimos uma condição: que chegue nas livrarias. Se a tiragem for de 50 livros, eu não me importo, tenho fé que se esgotarão rápido. Marketing, ISBN, diagramação, arte da capa, revisão pode deixar comigo e meus contatos.

Será que não encontraremos ninguém disposto a arriscar como nós? Alguém que queira arriscar na pequena margem de imprimir e distribuir?

Outro da Mearim

Devido ao grande sucesso, aí vai outro video da Mearim Motos


Livro que influenciou Curitibocas (ou não) 5

Curitiba nas curvas do tempo (Anthony Leahy)

Os quatro posts anteriores desta sequência foram escritos pelo João. Esta é minha vez.

Antes de vir para Curitiba trouxe um livro que me deram de presente em outubro. Não sei por que esqueci de ler-lo. Ontem eu descobri que o autor era o já citado Anthony Leahy.

É um livro curto, de umas 60 páginas, que conta a história e evolução de Curitiba. Seguindo uma linha cronológica, mesmo tendo algumas idas e voltas, é interessante descobrir como foi constituída a capital paranaense. O suporte fotográfico ajuda a entender melhor os fatos históricos.

Tem várias curiosidades que eu desconhecia. Uma delas é o nome da revista O Sapo, fundada em 1898, que parece que foi escolhido em referência à enorme quantidade de sapos em Curitiba. Extranho, eu não vi um sapo desde que cheguei aqui.

De leitura rápida, "Curitiba nas curvas do tempo" é uma boa viagem pelos diversos fatos que formam parte da história de Curitiba.


* Anthony Leahy é Diretor-Editor do Instituto Memória e atualmente trabalha na Editora Juruá.

Mearim Motos, um case de marketing

Na conversa no Guffo, tratamos de publicidade e marketing do livro. Nem temos livro ainda, mas nos divertimos pensando no que fazer depois da crucial impressão e distribuição.

Segue um exemplo de publicidade televisiva muito efetiva, que de repente pode ser usada de inspiração.

Paciência em primeiro lugar

Na procura de editoras em Curitiba, encontramos algumas de grande e médio porte, por exemplo a Juruá Editora, Travessa dos Editores, Criar Edições e Bolsa Nacional do Livro, entre outras. Mas também há outras que, mesmo sem ter atingido ainda o status das primeiras, tem uma atividade constante em relação à publicação de livros.

Ontem fui à sede da Editora Sagaz, em Capão Razo. O diretor e escritor, Luiz Rorato, me recebeu para falar sobre a possibilidade de editar o livro com ele. Me explicou que a editora não tem a estrutura para bancar os livros sozinha, mas que por meio de eventos e outras ações que estão fazendo, no futuro terá.

Por enquanto, sua proposta foi a de conseguir um patrocinador e publicar nosso livro. Para uma tiragem de mil livros, o custo seria de aproximadamente R$12, o que daria um preço de capa de entre R$30 e R$40. Ele já tem contato direto com algumas empresas que tem patrocinado vários projetos mas é uma questão de paciência. O processo demora tempo, especialmente por o tema de desconto fiscal.

Ainda não decidimos nada, mas sabemos que temos possibilidade com esta editora. Paciência, só precisamos ter paciência.

Luiz Rorato tem iniciativa e transmite paixão pela produção de cultura, neste caso de livros. Até foi xingado na rua por ser muito sonhador e idealista. Cosa absurda. Mas isso não fez ele parar. Continua escrevendo e publicando. Nestes dias de incertidumbre ao respeito das editoras, é bom receber este tipo de incentivo para nosso projeto.

terça-feira, 26 de junho de 2007

Sem medo das nossas diferenças

Tem dias que a criatividade dá resultados realmente produtivos. Hoje foi um desses, em que pensamos o que fazer para o sucesso do livro. As projeções são para logo de ser publicado, mas é interessante ir aprontando a questão.

A frase "Somos diferentes" aparece bastante em nossas conversas. Mesmo tendo motivações parecidas e uma paixão bem grande para o trabalho bem feito, às vezes nosso modus operandi é oposto. Estas diferenças foram evidentes na última conversa que tivemos sobre o livro (só para fechar a jornada, somos um pouco mono-temáticos e falamos bastante do projeto).

A dúvida é algo que me caracteriza. E a determinação é própria do João. Porém, debater sobre os passos a seguir resulta automático. Entre bocado e bocado de umas deliciosas batatas suizas do Guffo Bar, fomos botando na mesa idéias sobre como divulgar o nosso projeto.

No final da noite, delineamos algumas ações bem interessantes para o sucesso do Curitibocas - Diálogos Urbanos. Aliás, deu uma esperança para o futuro deste blog. Sem muita certeza, tínhamos pensado parar de atualizar-lo enquanto publicássemos o livro. As projeções deram mais razões para continuar escrevendo neste espaço virtual. Só resta dizer, fiquem ligados porque o projeto ainda está começando.

Livro que influenciou Curitibocas (ou não) 4

O Brasil de Juscelino Kubitschek (Lucas Rodrigues da Motta Pires)

Sem revelações reveladoras ou inovações inovadoras. Só uma boa síntese do estadista mais admirado da história do Brasil. O autor parece meio fã também.

Texto bem leve. Li em um dia.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Cadê as editoras?

Mais uma vez, Google deu a resposta procurada. Obviamente foi o primeiro lugar aonde começamos a pesquisa de editoras. Mas me surpreendeu encontrar sites até mais úteis do que esperava.

Colocando "editora" como palavra chave, cheguei a páginas que não só dão as informações básicas (endereço, site, telefone, e-mail) mas que também oferecem uma mini descrição do que a editora publica. Um exemplo:

Cortez Rua Bartira, 317, Perdizes CEP 05009-000 - São Paulo - SP Tel: (0**11 3864-0404 Fax: (0**11) 3864-4290 e-mail: info@cortezeditora.com.br Gêneros de obras publicadas: textos nas áreas de educação, serviço social, ciências sociais, ciências ambientais, fonoaudiologia, lingüística, psicologia, saúde e enfermagem.
Recebe originais, envia resposta, mas a editora prefere que o primeiro contato seja por telefone: (0**11) 3864-0111. Falar com Elaine Nunes.
Fonte: http://www.blocosonline.com.br/literatura/servic/serautedit.htm

Com esta valiosa ferramenta, consegui entrar em contato com várias editoras que se encaixam com nossa proposta. Ainda estou aguardando a resposta de várias, mas já recebi avaliações positivas e negativas do projeto. Por enquanto, estou ignorando as que oferecem "Publique seu próprio livro", já que implicam o custo por parte do autor. Mas quem sabe, daqui a um tempo talvez...

Vai pelo QI e Sou POP

Próxima etapa, enviar para os autores das editoras. Rogério Pereira, editor do jornal literário Rascunho deu a letra. Mais fácil que chegar no editor é fazer lobby com autores. Right.

Próxima etapa: autores consagrados lendo o livro.

De boa, estou desgastado com essa angustiante etapa. Quero que esse livro saia logo. Essa espera está me matando. Liguei para o Rogério em total desespero =P

*****
Com os trabalhos do livro encerrado, fui para um novo emprego. Agora entrei na equipe de conteúdo do portal POP.

Uma nova etapa.

domingo, 24 de junho de 2007

Brainstorming no café

Acabamos de voltar de um bom e produtivo bate-papo com o Sr. Jean Pecharki. Café, Coca-Cola e Chocolate quente serveram de combustivel para nossa criatividade.

O tema principal foi definir as pautas para a diagramação e a capa do livro. A primeira questão é a mais fácil. Diagramação do livro não tem muito segredo. Agora, para a capa vamos ter que trabalhar mais um pouco.

Tendo como premisa que muitas pessoas compram um livro pela estética da capa mais do que o conteúdo, o brainstorming tentou fugir do cliché e fazer uma proposta atraente e coerente com o que escrevemos.

Por enquanto vamos trabalhar com três idéias que achamos interessantes. Daqui a pouco, mais novidades.

Celular resolve problemas que não existem


Uma grata surpresa no ritual dominical de leitura da Gazeta do Povo. O repórter de economia Fernando Jasper escreveu sobre sua vida sem celular no texto A falta que ele não faz (para assinantes). Assim como ele, não uso celular.

Ponto-chave que Jasper tocou em seu artigo é quanto a pontualidade. É vero, quem não tem celular se obriga a ser pontual dada a dificuldade de desmarcar compromissos em cima da hora. Alguns dos nossos entrevistados pareciam surpresos em ver que realmente comparecemos ao encontro marcado com dias de antecedência, sem atraso e sem aquela "ligadinha para confirmar".

Minha resistência com relação ao celular primeiro vem da impressão de se tratar de um aparelho caro. Prova disso são os celulares gratuitos. Nenhuma empresa séria no mundo de hoje faz isso sem ter uma boa dose de lucro por trás. As ligações - que acredito ainda serem o principal uso do celular - devem compensar a "bondade".

Outro ponto é a complicação dos planos. Use 100 minutos por X para celulares da empresa tal, Y para da outra, X-Y=W se ligar para fixos locais, 2X.7K para fixos de cidades do interior, 3X para celulares de fora do estado... sério, é muita zona para um simples ato de ligar. Isso que nem mencionei quando o celular está em outro lugar. Muda tudo de novo. Segundo o que vejo no marketing das empresas, os planos mudam de semana em semana. De boa, o orelhão é bem simples.

E por último tenho muita desconfiança quanto a qualidade do serviço. Nas poucas oportunidades que tive celular, ele ficava fora da área de serviço quando mais precisava. Ou acabava o crédito. Quando nenhum desses, a ligação era de péssima qualidade. Invenção boa é aquela que tu tem um alto índice de confiança. Embora eu use windows... mas enfim, esse já é outro papo.

Encerro com a mesma preciosa última frase do texto de Fernando Jasper: "Porque o sem celular é, antes de tudo, um forte teimoso".

sábado, 23 de junho de 2007

Finais de semana voltam à normalidade

Nos tempos do trabalho pesado de Curitibocas , os sábados e domingos não eram os típicos dias de descanso. A gente lia, degravava e editava o máximo possível. Um cinema, de vez em quando, ou algum boteco para nos distrair um pouco. Mas não muito mais que isso.

Agora que essas fases acabaram, nos finais de semana não podemos adiantar muita coisa. Aparece muito tempo para dedicar a outras questões. É uma sensação estranha.

Amanhã teremos uma reunião informal para fazer um "brainstorming" da diagramação do livro. E já segunda-feira retomaremos os contatos com editoras.

Paixão aprova entrevista

Hoje finalizamos definitivamente o livro. Conversamos com o Paixão, que fez as correções pertinentes em sua entrevista.

Uau, que bom, né? Deveria estar feliz. Mas não consigo deixar de pensar na tal editora.

Uma charge do seu Ademir para ver se eu me alegro

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Money, money, money

Bem no começo deste projeto eu tinha certas idéias de como fazer um livro. Até ousei e escrevi algumas dicas sobre isso.

Na época eu pensava bem diferente ao respeito do tema financeirode que agora - coisa obvia. Cheguei a dizer: "Agora bem, muitos projetos exigem um esforço financeiro forte. Até agora, não é o nosso caso". Hoje, dia 22 de junho, posso afirmar que com certeza É NOSSO CASO.

Estamos apresentando o projeto a várias editoras, e a grande maioria não aceita formato digital para a entrega do conteúdo. Isso significa a impressão de 250 páginas por editora. Multiplicar isso por umas cinco, para começar, dá umas mil copias. Qual será a artimania para apresentar esta quantidade de material?

Ainda estamos avaliando as melhores possibilidades, quer dizer, as mais econômicas. Claro, se alguma coisa nos caracterisa a ambos, é o ahorro de dinheiro. A preocupação está em aumento com o aspecto financeiro batendo na porta.

Mais outro exemplo da minha ingeniudade no começo deste projeto. Ainda bem que aprendi.

Livro que influenciou Curitibocas (ou não) 3


Nueve Cuentos (J.D. Salinger)

Ao pensar nesse livro me dou conta como sou mau leitor. Esqueci grande parte dos elementos interessantes do livro. Não registrei em lugar nenhum e comentei muito pouco com a Cecilia. Enfim, mas no subconsciente pode ter influenciado Curitibocas. Vamos a ele.

Meu primeiro contato com
Jerome David Salinger foi (como a maioria que leram o autor) no livro "O Apanhador no Campo de Centeio". Uma amiga insistiu que lesse pois supostamente eu seria parecido com o protagonista. Não concordo integralmente, mas fica o registro.

Em "Apanhador...", Salinger mostra o universo teenager da época, sem firulas, com aquela doce e inócua rebeldia da geração 50. Esperava que em Nueve Cuentos - li em espanhol, btw - encontraria "Apanhador..." dividido em 9 partes. Lego engano.

O primeiro conto - que não registrei o nome... mau leitor, lembram? - quando parece começa a fazer sentido, termina de maneira abrupta. Estava lendo com olhos de quem lembrava de "Apanhador". A partir daí dei mais atenção aos oito contos seguintes. Em três deles, valeu a pena. 33% está de bom tamanho.

Destaco o único conto que eu lembro o título, Teddy. No mais uma boa leitura. Mas esteja avisado: em comum com "O Apanhador..." só a linguagem apressada e simples. Os elementos narrados e situações são cheios de detalhes significativos.